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Desde: 13/10/2004      Publicadas: 55      Atualização: 16/07/2005

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 Palmeiras online

  13/07/2005
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Palmeiras corre risco de jogar sem torcida

Segundo Wilson Luiz Seneme, palmeirenses teriam invadido o estádio durante o clássico

O Palmeiras corre o risco de jogar pelo menos uma partida com os portões fechados, podendo chegar até a três, dependendo do julgamento no Superior Tribunal de Justiça Desportiva. A audiência ainda não tem data marcada.

A punição pode ser imposta porque o árbitro Wilson Luiz Seneme, que comandou o clássico entre Corinthians e Palmeiras, realizado domingo, no Morumbi, relatou na súmula da partida que os dois torcedores que invadiram o campo eram palmeirenses.

No Boletim de Ocorrência elaborado pela polícia após o ocorrido, os dois confirmaram que eram torcedores do Palmeiras e, segundo testemunha, um deles relatou que invadiu o gramado porque queria que a noiva o visse na TV.

O fato de o estádio não ser do Palmeiras (o Morumbi é propriedade do São Paulo) e o mando ser corintiano não impede que o clube seja condenado.

O Corinthians foi punido no Paulista deste ano depois que corintianos jogaram pedra no goleiro santista Mauro, em jogo realizado na Vila Belmiro. Perdeu um mando e pegou o União São João na cidade de Mogi Mirim.

A nova determinação da CBF prevê que o clube que perca o mando tenha que jogar de portões fechados e fora de seu estádio, mas não necessariamente fora de sua cidade.

O Palmeiras, por exemplo, pode optar por jogar no Pacaembu.

O Corinthians, punido em dois jogos por invasão de campo em clássico contra o São Paulo, quis atuar em Mogi Mirim porque não topou pagar o aluguel do Morumbi, por exemplo. Ainda não há data definida para o julgamento e nem qual jogo - ou jogos - acontecerá sem torcida.

Reclamação

O torcedor palmeirense Marcello Damianovich, 33 anos, advogado, enviou na segunda-feira e-mail ao ouvidor da CBF, Francisco Horta, e ao Coronel Serpa, responsável pelo policiamento, reclamando de tratamento dados aos palmeirenses no jogo do Morumbi.
Segundo Damianovich, pelo menos três mil palmeirenses ficaram do lado de fora porque não havia mais ingressos para o setor vermelho e não houve venda para o amarelo, também destinado aos alviverdes. Ele reclamou também do tratamento da polícia.

O major Walter Mota, um dos responsáveis pelo policiamento, negou abuso e disse que a venda do setor amarelo era responsabilidade do Corinthians.

Luiz César Granieri, da diretoria corintiana, explicou que não houve venda do amarelo porque não acabaram ingressos do vermelho.

"Foram colocados à venda 9.745 ingressos para o vermelho e foram vendidos 8.835. Houve venda até os 20 minutos do segundo tempo. Se teve fila foi porque os torcedores compraram de última hora", disse Granieri.






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